As Redes Comunitárias e Familiares na transição para a externalização sustentável no contexto da reforma do Modelo de Atenção à Saúde Mental no Urugua

Autores

  • Claudia Morosi Facultad de Sociología de la Universidad de la República
  • Álvaro Díaz Facultad de Enfermería. Universidad de la República
  • Laura Martínez Facultad de Psicología, Universidad de la República

DOI:

https://doi.org/10.33517/rue2020v15n1a1

Palavras-chave:

Modelos de atenção em saúde mental, desinstitucionalização, saúde mental

Resumo

O presente artigo toma como eixo de discussão o lugar das redes comunitárias e familiares na estratégia de desinstitucionalização. A proposta é apresentada no contexto da reforma do modelo de atenção do sistema de saúde mentaldo sistema nacional integrado de saúde (SNIS) que vem ocorrendo no Uruguai a partir da Lei nº 19529 de Saúde Mental de 2017 para pensar as práticas referentes ao modelo de atenção à saúde comunidade mental. Isso implica dar visibilidade às condições materiais de existência no cotidiano das pessoas, ao bem-estar individual e coletivo, ao trabalho, moradia, educação, cultura, lazer e prazer, entre outros. A transição do modelo de asilo para um modelo que privilegia a abordagem da comunidade deve primeiro considerar uma mudança na política pública de saúde mental que inclua diferentes atores, incluindo usuários, familiares, trabalhadores de saúde e a comunidade em geral. A reintegração no tecido social das pessoas hospitalizadas é central quando se trata de pensar uma externalização sustentável, para que a inclusão social efetiva signifique mudanças nas práticas de saúde, nos recursos de saúde, que permitam o apoio familiar e comunidade, para que as pessoas em situação de sofrimento psíquico encontrem oportunidades de desenvolver a vida fora do hospital psiquiátrico, sendo respeitadas em seus direitos. 

Biografia do Autor

Claudia Morosi, Facultad de Sociología de la Universidad de la República

Licenciada en Sociología (UdelaR) Prof .adj. Dto. de Enfermería Comunitaria de la Facultad de Enfermería de la UdelaR. Prof. adj. de la Facultad de Medicina de la UdelaR. Magister en bioética (ULIA)- Doctoranda en Ciencias de la Salud (UfpeL). 

Álvaro Díaz , Facultad de Enfermería. Universidad de la República

Licenciado en Enfermería (UdelaR) Prof. Agdo. Departamento de Enfermería en Salud Mental de la Facultad de Enfermería de la UdelaR. Especialista en salud mental y salud Familiar y Comunitaria. Magister en Salud Mental. Facultad de Enfermería (UdelaR) Dr. En Ciencias de la Salud.(UfpeL) 

Laura Martínez, Facultad de Psicología, Universidad de la República

Licenciada en Psicología (UdelaR). Especialista en Intervenciones Comunitarias en Salud (UdelaR). Integrante del Dpto. de Psicología de Hospital Vilardebó. Diplomada en Política de Drogas, Regulación y Control (UdelaR).  

Referências

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Publicado

2020-03-27

Como Citar

1.
Morosi C, Díaz Álvaro, Martínez L. As Redes Comunitárias e Familiares na transição para a externalização sustentável no contexto da reforma do Modelo de Atenção à Saúde Mental no Urugua. RUE [Internet]. 27º de março de 2020 [citado 27º de abril de 2026];15(1). Disponível em: http://rue.fenf.edu.uy/index.php/rue/article/view/286

Edição

Seção

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