Programa más médicos en la frontera: gestión en salud en las ciudades gemelas entre Brasil y Uruguay

  • Marcos Aurélio Matos Lemões Universidade Federal de Pelotas
  • Celmira Lange Universidade Federal de Pelotas
  • Denise Somavila Przylynski Castro Universidade Federal de Pelotas
  • Patrícia Mirapalheta Pereira de Llano Universidade Federal de Pelotas
  • Roberta Antunes Machado Universidade Federal de Pelotas
  • Gabriele Bester Hermes Universidade Federal de Pelotas
Palabras clave: Política de Salud, Planeamiento Estratégico, Medicina Familiar y Comunitaria, Brasil

Resumen

Introducción: El Programa Más Médicos creado por la Ley nº 12.871, de 2013, surgió estructurado en tres frentes estratégicos: la primera fue la provisión de emergencia de médicos para Atención Básica, la segunda, la inversión en infraestructura en este nivel de atención y la última, medidas relacionadas con la formación de médicos en el país. El acceso de la población a la atención médica es esencial para promover un cuidado integral a los usuarios del Sistema Único de Salud. En Brasil hay una concentración de estos profesionales en los grandes centros urbanos, y escasez en las regiones norte y noreste del país, especialmente en la Atención Básica. Las ciudades situadas en región de frontera también sufren de escasez del profesional médico, pues son consideradas áreas lejanas de los grandes centros urbanos y capitales. Objetivo: describir la percepción de seis gestores municipales sobre las potencialidades del Programa Más Médicos en la reorientación de la Atención Básica, en ciudades gemelas entre Brasil y Uruguay. Metodología: Estudio de enfoque cualitativo. La recolección de los datos fue realizada de enero a marzo de 2016 mediante la entrevista semiestructurada. El análisis de los datos se basó en el análisis de contenido propuesto por Bardin y referencial teórico de la Planificación Estratégica descrito por Matus y Testa. Resultados: Los municipios fronterizos descentralizaron y planificaron la atención en salud al asignar a los profesionales médicos en la Atención Básica. La provisión y mayor permanencia del médico en los equipos movilizó el trabajo multiprofesional y amplió el acceso de los usuarios a los servicios y acciones de salud. Conclusión: La gestión en salud aporta mayor poder de planificación al disponer del profesional médico en su cuadro de trabajadores. Por lo tanto, el Programa Más Médicos propició cambios en el modelo de atención y enfrentamiento de las desigualdades sociales en salud en los municipios fronterizos.

Biografía del autor/a

Marcos Aurélio Matos Lemões, Universidade Federal de Pelotas

Doutor em Ciências, área de concentração enfermagem e saúde. Bolsista do Programa Nacional de Pós Doutorado – PNPD- CAPES no Programa de Pós Graduação em enfermagem na Universidade Federal de Pelotas, UFPel, Brasil

Celmira Lange, Universidade Federal de Pelotas

Doutora em Enfermagem. Docente do Programa de Pós Graduação em Enfermagem- Universidade Federal de Pelotas, Brasil, RS. 

Denise Somavila Przylynski Castro, Universidade Federal de Pelotas

Doutoranda Programa de Pós Graduação em Enfermagem- Universidade Federal de Pelotas, Brasil, RS

Patrícia Mirapalheta Pereira de Llano, Universidade Federal de Pelotas

Institut de Cardiologie de Montréal- Canadá. Doutora em Ciências, área de concentração enfermagem e saúde- Universidade Federal de Pelotas, Brasil, RS

Roberta Antunes Machado, Universidade Federal de Pelotas

Doutoranda Programa de Pós Graduação em Enfermagem- Universidade Federal de Pelotas, Brasil, RS. Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul(IFRS)

Gabriele Bester Hermes, Universidade Federal de Pelotas

Doutoranda Programa de Pós Graduação em Enfermagem- Universidade Federal de Pelotas, Brasil

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Publicado
2019-08-11
Cómo citar
Matos Lemões, M. A., Lange, C., Somavila Przylynski Castro, D., Mirapalheta Pereira de Llano, P., Antunes Machado, R., & Bester Hermes, G. (2019). Programa más médicos en la frontera: gestión en salud en las ciudades gemelas entre Brasil y Uruguay. Revista Uruguaya De Enfermería, 14(1). https://doi.org/10.33517/rue2019v14n1a4
Sección
Investigación